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Matéria Prima
Desde: 06/02/2003      Publicadas: 1989      Atualização: 25/08/2008

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 Entrevista

  05/05/2006
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CARLOS ALBERTO SARDENBERG - "Pode mudar presidente, mas a política econômica não muda"

Âncora do CBN Brasil discute, em Maringá, o momento da economia brasileira e os reflexos da crise política

CARLOS ALBERTO SARDENBERG -  Vinicius Matos
O jornalista Carlos Alberto Sardenberg, âncora do CBN Brasil, esteve em Maringá no último dia 19 de abril, onde discutiu o momento da economia brasileira e os reflexos da crise política. O evento deu início ao primeiro ciclo de palestras promovido pela rádio CBN Maringá. Leia mais

Sardenberg chama a atenção pela quantidade de funções que exerce. É comentarista econômico e âncora do programa CBN Brasil, além de comentarista do portal TV Terra, colunista do caderno de economia do jornal "O Estado de S.Paulo" e do jornal "O Globo". Seu currículo não deixa nada a desejar. Foi comentarista econômico da TV Cultura e apresentador do telejornal da "Gazeta Mercantil" até dezembro do ano passado. Trabalhou ainda nas revistas "Veja" e "IstoÉ". Foi titular da coluna Informe Econômico e diretor da sucursal do "Jornal do Brasil" em São Paulo. Foi também diretor de jornalismo da Rede Bandeirantes de Televisão.

A maior parte de sua carreira passou em São Paulo (SP), mas trabalhou durante seis anos em Brasília (DF). De 1985 a 87 foi coordenador de comunicação social do Ministério do Planejamento. Fez diversas coberturas no exterior. Com a experiência que adquiriu trabalhando no governo pode escreveu dois livros, "Aventura e Agonia nos Bastidores do Cruzado", uma reportagem sobre a criação, preparação e lançamento do Plano Cruzado. O livro esteve na lista dos dez mais vendidos na revista "Veja". Ainda escreveu "Jogo Aberto", reportagens e entrevistas sobre o Plano Bresser (1987). Em entrevista concedida ao jornal Matéria Prima, Sardenberg fez uma análise sobre o governo Lula, mostrando os pontos bons e ruins desta gestão.

Antes da palestra Carlos Sardenberg recebeu para uma entrevista Vinicius Matos (jornal Matéria Prima) e Arieta Arruda (Comunicação em Pauta). Leia a seguir os principais trechos:

Como o senhor começou no jornalismo?
Não foi bem por acaso. Foi por uma circunstância política. Estava estudando na faculdade, fazia curso de direito e filosofia. Dava aula em cursinho de história, filosofia e conhecimentos gerais. Já estava no último ano da faculdade, me formando e fazendo monitoria. E teve aqueles acontecimentos de 68/69. O AI-5 em 1968. A ditadura ficou mais forte. Os professores com os quais eu ia trabalhar na faculdade de filosofia da USP [Universidade de São Paulo] foram cassados e mandados embora, inclusive Fernando Henrique Cardoso. Para resumir eu não podia ir mais na faculdade. O resultado foi que não pude pegar meu diploma de filosofia e também não podia dar aula no cursinho, então fiquei sem emprego e sem carreira. Foi nesse momento que um amigo do meu pai que era jornalista na "Veja" [revista], falou: "estão precisando de gente no "Estadão" [jornal O Estado de S. Paulo]. Daí eu fui pro "Estadão". Cheguei lá, me apresentei e me mandaram escrever umas notícias. Na época o repórter era repórter mesmo, não precisava de texto, daí eu escrevi umas três ou quatro matérias, umas notas e entreguei para o editor. Ele falou: "está bom, você pode começar a semana que vem?". A gente recebia matérias dos repórteres, reescrevia, colocava no tamanho, fazia título. O salário de jornalista era bom, lembro bem disso. Sempre tive uma cabeça política, interesse público e quando eu caí no meio daquela agitação da redação do "Estadão" fiquei fascinado. Passaram-se alguns anos, todo mundo foi anistiado, na escola me chamaram para voltar, mas desisti e continuei no jornalismo.

O senhor sempre teve esse envolvimento com o jornalismo econômico e político?
Na verdade não. Eu comecei no jornalismo econômico depois de 1985, quando saí do governo. Por acaso fui trabalhar na Secretaria da Fazenda no Ministério do Planejamento, e aí eu desenvolvi esse conhecimento em economia. Eu tinha de escrever os documentos do Ministério da Fazenda e do Ministério do Planejamento sobre reforma econômica. Quando chegou mais ou menos 1982, o MDB [PMDB] ganhou a eleição para governador em todo o país. O pessoal que era da oposição começou a pensar o seguinte: "o regime militar está morto, está com os dias contados. O que nos vamos fazer lá [no governo]?" Começou dentro das oposições um debate muito grande sobre políticas econômicas. A situação econômica estava muito ruim. A questão era "o que a oposição vai fazer quando chegar ao poder". Então grupos de economia começaram a se reunir e preparar documentos. Acabei me envolvendo com um grupo que ficava em torno da Secretaria da Fazenda, João Saiad [ministro do Planejamento na gestão de José Sarney] e vários outros economistas. Um dos meus papéis era redigir os textos. Era difícil porque tinha de falar de inflação inercial, correção monetária, reforma monetária, troca de moeda, apresentar isso para Ulisses Guimarães, Fernando Henrique.

Como o senhor começou a ancorar o programa CBN Brasil?
Eu era comentarista [da rádio CBN], aí saiu o cara que fazia o programa do meio-dia às 14h. A audiência estava baixa. O diretor da rádio me liga e me diz assim: "olha, aqui estamos aqui com uma idéia, mas como é uma idéia meio diferente eu vou te fazer proposta, mas não responda, pensa um pouco, porque se você responder na hora acho que você vai dizer não". [perguntou:] Mas o que é? [o diretor respondeu] "Que você ancorasse o programa do meio-dia às 14h eu sei que você nunca fez isso é uma novidade, sei que o programa vai ter um viés econômico, mas isso não nos incomoda, então pensa depois você fala". Daí eu falei: "eu topo". [Depois] Eu fiquei meio em dúvida: "vai ser um fiasco ou não vai, comentei com minha mulher"? Falei para ela: "vou ficar lá de âncora". E ela me falou: "você vai ficar duas horas no ar para falar o que você acha? Eles vão te pagar por isso? Isso é uma maravilha!". Fui para o Rio [de Janeiro], conversamos, discutimos. Tinha uma deficiência grave de locução, interpretação do noticiário. Fiz treinamento bom, forte, na CBN. A coisa que eu mais gosto de fazer é um programa de rádio.

Como é adequar esse discurso econômico, que é muito difícil, para esse público tão amplo?
É uma coisa meio complicada. Você não pode ficar vulgar e banalizar demais, porque perde o público elite, que é o que interessa. Também não pode ser muito técnico senão perde o outro público. Então você tem de usar o meio termo, acho que faço bem isso inclusive com os entrevistados.

O senhor acha que o presidente Lula foi eficiente com o plano econômico?
Foi parcialmente eficiente. A inflação caiu bastante e está controlada, a custo dos juros altos, apesar da falta de investimento, mas ele conseguiu combater a inflação. Um resultado auspicioso: reduziu a inflação de 15 [% ao ano] para 4 [% ao ano], um resultado importante. O setor das contas interna foi muito bem, a gente tinha uma dívida muito elevada e compromisso de pagamento muito alto. Tinha déficit nas contas externas e isso virou da água para o vinho, tem superávit. A dívida pública externa hoje é praticamente inexpressiva, o governo recomprou a dívida. A dívida que iria vencer daqui a 10 ou cinco anos, o governo recomprou tudo de volta, reduziu o endividamento. Conseguiu isso via dinheiro das exportações, que nisso foi claramente ajudado pela conjuntura internacional. O Lula deu uma sorte fora do comum. A economia mundial veio mal até 2002 e em 2003 deu uma engrenada como nunca viu. São quatro anos seguidos de crescimento forte de todas as regiões do mundo, isso é uma dádiva porque quando o mundo inteiro está crescendo sobra dinheiro, todo mundo compra, todo mundo investe em bolsa.

As pessoas tiveram medo de investir no Brasil no início do governo Lula?
Quando [o presidente Lula] se elegeu, em 2002, o país afundou e o dólar foi a quatro [R$ 4,00], o risco Brasil foi a 2,400 [pontos]. As pessoas estavam com medo de como seria o governo Lula, porque se você olhasse os documentos econômicos do PT, o que estava escrito lá? Que iria fazer uma lambança, que ia romper com o FMI [Fundo Monetário Internacional], romper com os bancos, dar calotes na dívida. Não era invenção da oposição, estava escrito lá. Estava escrito nos documentos do PT que iria ser um governo de ruptura, um governo tipo Chávez [Hugo Chávez, presidente da Venezuela], sem petróleo. Todo mundo se preparou para isso, todo mundo tirou as ações da bolsa, tirou dinheiro do país. Daí começa o governo e não era nada disso. O Palocci [Antônio Palocci, ex-ministro da Fazenda] manteve a base da política econômica, o combate à inflação, o Banco Central independente. A base da política econômica não só foi mantida como reforçada. Aquele medo que tinha desapareceu, o que foi bom para o país.

Mas ele também foi muito criticado por manter a mesma política econômica do governo anterior?
Sim, mas também foi muito elogiado por outro lado. Criticado pela esquerda, que é petista. Para você ter uma idéia, nenhum dos economistas do PT foi para o governo. O único que foi, o Mantega [Guido Mantega, atual ministro da Fazenda], já foi com uma conversa diferente. Isso foi uma mudança muito interessante para o país porque indicou o seguinte: você pode mudar o presidente, mas a base da política econômica não muda. Isso é essencial, qualquer país sério é assim. [Em] Qualquer pais instável entra um presidente de esquerda ou de direita, você não mexe em algumas coisas. Não pode ter inflação, governo de esquerda, direita, de centro, católica, islã, não pode ter inflação. É uma regra de economia mundial. A dívida pública tem de ser baixa, pode ser islã, judeu, de direita, socialista.

Em que área o presidente Lula deixou a desejar?
Foi mal nas questões dos investimentos. Não teve nem investimento público, nem investimento privado. O governo não tem dinheiro e gasta muito. Aumentou o gasto público em salário, previdência assistência social, as bolsas e gastos de custeio de administração. Aumentou as universidades federais e assim por diante. Não sobra dinheiro para estradas, portos, aeroportos, gastos de infra-estrutura que ajudam o crescimento econômico. Se você não tem dinheiro público, tem dinheiro privado. Agora, quem é que vai botar dinheiro numa hidrelétrica para ter retorno daqui a 30 anos? Ficaram quatro anos e não fizeram nada, não fizeram uma licitação de estrada, desde o primeiro dia de governo está se estudando o projeto de licitação, agora está em audiência pública, ou seja, não vai sair nenhuma nesse governo. As parcerias público-privadas também não vão sair, não conseguiram fazer a lei do saneamento. O governo aumentou muito gasto público ruim. Aumentou pessoal e, como todo mundo sabe, não pode aumentar pessoal. Por exemplo, está faltando médico, mas sobra assessor.

O presidente não tem, então, empregado bem o dinheiro público?
A cultura brasileira acha que as coisas são de graça. Aumento do salário mínimo, por quê? Porque é justo. Faz universidade pública, põe universidade federal, por quê? Porque precisa. Mas quanto custa? Quem paga? As perguntas corretas ninguém faz. O Brasil é ruim em todos esses itens, então a universidade é ruim, o dinheiro está sendo mal empregado. Quer dizer que com as atuais condições, a atual linha de funcionários, professores e verbas dariam para formar muito mais alunos. Abrir universidades novas antes de resolver isso aí é errado, nos estamos criando gastos. Você tira dos investimentos e quando vai pagar o Bolsa Família [programa federal de transferência de recursos a famílias de baixa renda] fica na seguinte escolha: vou pagar o Bolsa Família ou fazer uma estrada? A estrada vai fazer falta, mas se atrasar o Bolsa Família todo mundo vai pegar no pé do governo. Aumentam esses gastos sociais e vai tendo de pagar com o aumento de imposto.

É uma forma de controle essa política de assistencialismo que o governo Lula faz?
É uma política populista, uma política que é um quebra galho. Qual é a solução? Que todo mundo tenha emprego bom, mas tem de ter investimento. Quando você está numa situação ruim eles [o governo] fazem uma política compensatória, distribuem uma verba para os mais pobres. Agora, se você continuar distribuindo a verba e não gerando emprego, crescimento, investimento, vai perpetuar isso e nunca irá resolver o problema, só vai aumentar o seu gasto com a assistência social. Nenhum país cresce assim.

Governos como Chile, Venezuela, Bolívia são considerados de esquerda. Se o Lula se reeleger há possibilidade de esses países se fortalecerem?
Mas aí é bagunçado, porque a Michele Bachelet [presidente do Chile] é de esquerda, do partido socialista; o Evo Morales [presidente da Bolívia] também é de esquerda e não há duas coisas mais diferentes do que Chile e Bolívia. O Chile é citado em todos os manuais de economia hoje como o caso de sucesso de neoliberalismo. É um país aberto, totalmente favorável ao investimento privado, abertura comercial com os Estados Unidos, Europa e Ásia. É uma economia com reformas de mercado, tem uma previdência privada forte. É um caso modelo de um país que se integrou à globalização. O Evo Morales se reelegeu esculhambando isso. Eu sempre falo isso: a gente [governo brasileiro] quer ser esquerda, então vamos fazer a esquerda do Chile que é mais eficiente, dá mais resultado. Agora, vamos fazer a esquerda do Evo Morales, do Hugo Chaves [presidente da Venezuela]?. Pelo amor de Deus! Faz a esquerda chilena que é uma esquerda espetacular, competente.

O governo Lula ainda pode possibilitar ao MST a reforma agrária?
O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra] não tem nada a ver como reforma agrária. É um grupo, um partido cujo objetivo é fazer uma revolução socialista no Brasil. O governo gastou um monte de dinheiro desde o governo Fernando Henrique. E o governo Lula está gastando um monte de dinheiro para assentar pessoas que não são da terra e não progridem a terra. É um desastre! Você instala os lotes e, com raríssimas exceções, eles [os assentados] ficam dependendo das cestas básicas para vida toda. Daí o MST pega gente da cidade e engrossa o movimento, assenta o cara que não é do ramo e nem sabe plantar. Essas pessoas precisam de emprego, mas não desse tipo de emprego. É dinheiro público jogado fora, desde o governo Fernando Henrique. A única diferença é que já estavam desconfiando que era dinheiro jogado fora. Não é essa reforma agrária que a gente precisa. Nós temos no Brasil duas agriculturas muito boas, a agricultura familiar e o agronegócio. A agricultura familiar precisa de financiamento, mas dá dinheiro, senão, não era agricultura familiar, era caridade. É o caso da reforma agrária.


Imagem/ Arieta Arruda
Para Sardenberg o governo Lula é "parcialmente eficiente"



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  Autor: Vinicius Matos


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