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Matéria Prima
Desde: 06/02/2003      Publicadas: 1989      Atualização: 25/08/2008

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 Entrevista
  05/05/2007
  5 comentário(s)


LÉO ÁQUILLA - "Sou um homem como outro qualquer"
Artista quer se eleger vereador e criar nova disciplina nas escolas para tornar crianças tolerantes ao pluralismo sexual
LÉO ÁQUILLA - Gutembergue Lima
Sábado, onze horas da noite. No saguão de um hotel em Maringá a reportagem do jornal Matéria Prima foi recebida por uma pessoa de longos cabelos loiros, que usava batom e maquiagem. Tratava-se de Léo Áquilla. Um artista com muita criatividade, como definiu Jadson Mendes " seu nome verdadeiro.

O artista performático e repórter do canal aberto RedeTV! não quis revelar a idade mas já completou 13 anos de carreira. Léo Áquilla veio à cidade para se apresentar como estrela da 5ª edição da festa "Luxurius", dedicada ao público GLBTS (gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes). Só pode fazer shows sextas e sábados por conta do curso de jornalismo (está no 6º período na Faculdade Anhembi Morumbi) e das gravações da TV.

Do hotel até o Aspen Centro de Convenções (local do evento), Léo caminhou tranqüilamente pelo centro da cidade com a reportagem " exceto por um ou dois carros com rapazes que buzinaram e acenaram. "Nas cidades onde a RedeTV! é mais forte eu não arrisco fazer isso, ando com meus seguranças."

Após um breve ensaio no palco do show, Léo recebeu o MP para um bate-papo em seu camarim. Sentado sobre as pernas, conversou sobre carreira, política, família e drag music. Embora afirme levar em média 50 minutos para se maquiar, Léo só iniciou sua apresentação duas horas depois de conversar com o Matéria Prima.

Por que Léo Aquilla?
Minha avó me deu esse apelido quando eu era pequenino. Eu era muito loirinho e parecia um alemão. De alemão migrou para Léo e daí ficou. Áquilla é por causa de toda a magia do filme ["O Feitiço de Áquila", EUA, 1985].

Como você se define, drag queen, transformista? Tem diferença?
Eu sou artista. Transformista e drag queen são a mesma coisa, só muda o nome. Um travesti não é artista. É um cara que resolveu viver como mulher. É uma opção sexual e não artística. Na verdade, um transformista é um ator que se transforma em mulher por isso acho que todos são artistas. Tem gente que acha que eu sou um travecão doido. Mas eu não sou! [risos] Sou um homem como outro qualquer, independentemente da opção sexual.

Quando decidiu se lançar definitivamente no cenário dos eventos GLBTS, você vendeu um apartamento para custear a estréia de um espetáculo em São Paulo. O que te motivou a fazer isso?
A necessidade incondicional de vencer. Era vencer ou vencer, não tinha outra opção. Estrategicamente, tive de pensar em coisas para poder fazer a minha vida acontecer. Entre passar a vida nesse apartamento passando necessidade e sem [estar na emissora de] televisão, preferi ficar sem o apartamento e na televisão. Valeu a pena e se pudesse faria tudo de novo.

O seu cachê é um dos maiores entre os pagos às drag queens e transformistas mais badalados da atualidade. Como você conquistou isso?
Hoje eu ostento o título de maior transformista do Brasil por causa dos investimentos que fiz na minha carreira, como vender o apartamento, alugar o Palace [atual DirecTV Music Hall, SP], que para a época foi uma ousadia sem tamanho. Nada acontece gratuitamente. Vale quanto pesa. Cobro aquilo que é o justo e paga aquele que quer. Graças a Deus a agenda está lotada. Ter o cachê mais alto do Brasil nesse segmento, não um dos mais altos e sim o maior, é um fardo pesado porque me cobram muito. Hoje eu cobro tranqüilamente R$ 5 mil por apresentação. Cada vez os meus shows vão ficando mais caros [para serem produzidos], e tenho de investir mais. Preciso ter mais idéias. Daqui a pouco vou ter de engolir uma granada para explodir em cena [risos]. Eu não tenho mais o que inventar!

Você é um artista multimídia. Já trabalhou com teatro, propaganda, música, TV, rádio e até internet. Você se considera um workaholic?
[Risos] Eu não chegaria a tanto! Tenho essa coisa de ser multimídia porque me espelho muito nos americanos. Lá, um ator além de ser ator, tem de ser cantor, bailarino, sapateador, tem de saber de tudo. Me considero em busca de ser um multimídia e é por isso que invisto tanto em tantas coisas. Agora me formando jornalista, pretendo até apresentar um telejornal desmontado [sem estar vestido como um personagem].

O movimento da drag music, do qual você é um dos precursores no Brasil, está ganhando espaço com o avanço da cultura gay. O seu nome figura entre os principais artistas do gênero. O que falta para alavancar esse mercado?
Ao mesmo passo que parece que é um quebra-cabeças onde só falta uma peça, eu sinto que falta muita coisa. É tudo muito complexo. Essa história de preconceito oscila demais. Uma hora parece que está tudo muito lindo, especialmente quando chega a época da Parada Gay [de São Paulo, considerada a maior do planeta]. Às vezes acho que não vai ter mais solução. É um pensamento nada otimista, mas acho que o que cabe a gente é não desistir nunca.

Na Parada Gay de São Paulo, ano passado, havia 4,5 milhões de participantes. Um cantor popular hoje quando está em alta chega a vender em média 200 mil cópias. Você não acha que se um quarto das pessoas na Parada tivessem comprado um CD de drag music, as gravadoras iriam se interessar mais por esse mercado?
Eu acho que falta essa conscientização dos gays. Lancei um CD e vendi 3.000 cópias. Se a gente pensar que do público que vai à Parada Gay, 1 milhão daquelas pessoas tivessem consumido o meu trabalho, nós mostraríamos para o mercado que temos poder de consumo. Quando levo meu trabalho na gravadora, os donos dizem: "se o seu próprio público não compra você, quem vai comprar?" Eles têm razão. Os gays têm um conceito falso de união. Não valorizam seus artistas e não consomem o seu trabalho. Que drag queen vendeu 1 milhão de cópias até hoje? Nenhuma! Enquanto alguém do nosso próprio meio não vencer, nós não teremos credibilidade nenhuma de conquista.

Está mais fácil hoje para um artista gay ganhar oportunidades no mercado?
Se tiver talento, sim. A gente tem de tomar cuidado porque estamos num momento muito crítico de transformação. Estamos quase a um passo de conseguir transformar o que era só uma ferveção numa profissão. Se nesse momento todos os artistas gays não investirem pesado em arte, conhecimento, informação e cultura da nossa área, vamos correr o risco de perder essa chance.

Na TV, você já trabalhou ao lado de apresentadoras como Mara Maravilha, Monique Evans e Luciana Gimenez. No SBT, por exemplo, Nany People se tornou a queridinha da Hebe. É uma tendência essa abertura da mídia?
Não sei. Se você parar para pensar, a Nany People depois que virou travesti saiu da Hebe. Eu me pergunto, saiu por quê? Fico preocupado se isso não foi um ato de preconceito. Estou torcendo para que não seja. Se for, a gente tem de repensar alguns conceitos e lutar mais fortemente pelos nossos objetivos. Acho que perco força quando só eu estou na mídia. Precisava ter a Nany, eu, precisava ter muitas outras para a gente somar forças. Quando estou sozinho me sinto desprotegido. Preciso que ela volte urgente fazendo reportagem. Ela é muito culta, a gente precisa dela.

O seu espaço na RedeTV! é cada vez maior, tanto que hoje você faz parte da equipe de dois programas, Superpop e Bom Dia Mulher. Essa exposição na TV ajuda a diminuir o preconceito?
Se eu tiver uma conduta exímia vai ajudar a diminuir. É muito bom quando alguém fala pra mim que não aceitava os gays e vendo minhas entrevistas na TV, passou a ver com outros olhos. Isso já é a minha contribuição. Sei que a minha conduta responsável vai refletir na sociedade e automaticamente vai refletir na vida de todos os gays. Se eu sou um exemplo na TV as pessoas tendem a generalizar "se o Léo Áquilla é maravilhoso, todos os gays são maravilhosos."

Por uma diferença de 7.000 votos você não se elegeu deputado em São Paulo. Você ainda acredita que pode fazer algo na política?
Se eu fosse um aventureiro esse seria o momento ideal para desistir. Serei candidato a vereador em São Paulo nas eleições de 2008 justamente porque tenho ideais a defender. Não estou aqui na Terra a passeio. As pessoas dizem para não me envolver com a política, mas sei que posso ajudar.

A Câmara hoje tem um deputado à frente da causa gay, o Clodovil Hernandes. O que você planejava fazer de inovador se tivesse sido eleito?
Tinha três projetos muito bons ligados à cultura e à educação. Acho que só a educação vai mudar esse país e mais nada. O Brasil está "emburrecendo". Agora onde colaboro com os gays nessa questão: uma criança bem educada vai ser mais tolerante; havendo maior tolerância diminui o preconceito. Tenho um projeto de tornar obrigatória uma disciplina que irá se chamar inteligência emocional. É como se fosse uma terapia de grupo, ensinando as crianças a terem respeito e tolerância ao próximo.

Você disse uma vez, em uma entrevista, que concordava com a Elke Maravilha quando ela comparou drag queens a palhaços de luxo. Com essa prerrogativa você teria optado por se candidatar sem maquiagem, de terno e gravata. Teve medo de ser rejeitado pelos eleitores?
Medo não é palavra. Tive respeito. Precisava que as pessoas votassem em um ser que é real, que elas estão vendo de cara limpa. Não posso ser candidato me escondendo atrás de um personagem. Aí, depois, vou governar de cara limpa e eles não vão saber quem sou eu. Eles vão cobrar o quê de quem? Drag queen é sim um palhaço de luxo. Não no sentido pejorativo, mas no sentido profissional. O palhaço de circo é um profissional. A diferença é que um é luxuoso e o outro é mais engraçado.

Você vive com um companheiro e tem dois filhos, um biológico e outro adotivo. Como você educa seus filhos?
Educo meus filhos de maneira muito bacana. Mostro que tudo é muito natural. Ser heterossexual é natural e espontâneo. Ser gay, ser bissexual também é. Tudo tem de ser tolerado. Se você conversar com eles, que têm 9 e 10 anos, vai ficar impressionado. Eles têm uma clareza muito grande sobre o que é a sexualidade. Um deles tem tendência a ser homossexual, mas ele é feliz. Ele vai ter uma espécie de tranqüilidade que eu não tive. Eles são crianças e vão crescer dois seres humanos maravilhosos. Um tolerando ao outro e os dois tolerando a sociedade.

Esta é a sua segunda visita a Maringá. Que impressões você tem da comunidade gay local?
O contato que eu tenho é pouco. Sei que me respeitam muito. A gente mede até pelos aplausos. Prestam atenção, entendem o que falo. Recebo muitos e-mails daqui através do meu site [www.leoaquilla.com.br]. Acho que gay é igual em qualquer lugar do planeta, só muda de endereço [risos]. Mas é um público maravilhoso e me faz muito bem o carinho que recebo daqui.

Seus shows são produzidos em escala de verdadeiros espetáculos. O que você acredita ser o seu diferencial?
Nasci artista e tenho criatividade. Geralmente os outros artistas precisam ter alguém por trás para produzir, criar e dirigir. Mas eu não. Com toda modéstia, mas tem vezes que assisto vídeos de números que produzi e não acredito! Não sei de onde surge tanta idéia [risos]. Mas fora o meu dom eu tenho talento; fora o meu talento eu tenho disciplina; fora a disciplina eu invisto. Amo cada um dos meus espetáculos.

Imagem/Divulgação
"[Maringá] é um público maravilhoso e me faz muito bem", diz Áquilla

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